Os dados se referem ao mercado de smartphones nos Estados Unidos e abrangem a variação no período de novembro de 2011 a fevereiro de 2012. Vamos aos números:

Para entender melhor, números voltando um mês:

Agora junho à outubro de 2011:

Pré-história agora. Julho à outubro de 2010:

Compilando os números agora:

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O que há de interessante aqui:
Em julho de 2010 a RIM era dominante, mas saiu de 39,3% do mercado para 13,4%. A trajetória de queda parece impossível de ser interrompida.
A Apple segue devagar e sempre, mas sempre ganhando mercado. Saiu de 23,8% em julho de 2010 para 30,2% agora. Seu movimento é bastante estável.
O Google com seu Android, por outro lado, parece um foguete louco, saindo de 17% para 50,1% no espaço de 20 meses. A trajetória de ascensão só é comparável a trajetória de queda da RIM. A tendência não aponta sinais de perda de força até o momento.
A Microsoft é um caso a parte. O Windows Phone foi lançado em outubro de 2010 e, como em uma corrida de revezamento por equipe, recebeu o bastão com 9,7% do mercado e a tarefa de interromper a já notável trajetória de queda. Mas de lá para cá se passaram 17 meses e o sistema agora responde por 3,9% do mercado, o que corresponde a uma queda de 60%. A título de comparação, no mesmo período a RIM perdeu 63% de sua participação.
A diferença entre as duas é que a RIM parece inoperante, incapaz de executar ações que possam mudar o cenário. A Microsoft, por outro lado, se movimenta investindo pesado em publicidade que ataca a concorrência mostrando seus pontos fracos. A estratégia de ambas, tão diferentes, tem surtido o mesmo efeito. Ou seja, nenhum. Ambas perdem mercado rapidamente.
Mas como a Microsoft segue se mexendo na tentativa de sair da ingrata situação, agora foi lançado o aparelho Top dos Tops com Windows Phone, o esperado Nokia Lumia 900, com o hardware a ser batido no universo WP,
ao preço de US$ 0,00. Quantos novos usuários essa estratégia vai angariar, só o tempo dirá.